{"id":19935,"date":"2025-07-30T06:23:49","date_gmt":"2025-07-30T09:23:49","guid":{"rendered":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=19935"},"modified":"2025-07-30T06:23:49","modified_gmt":"2025-07-30T09:23:49","slug":"ha-5-anos-arqueologia-da-felicidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=19935","title":{"rendered":"H\u00c1 5 ANOS &#8211; Arqueologia da felicidade"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Vera L\u00facia Braga de Moura*<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1982\" data-permalink=\"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?attachment_id=1982\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-vera-Braga.jpg?fit=899%2C1024&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"899,1024\" data-comments-opened=\"1\" data-image-title=\"foto vera Braga\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-vera-Braga.jpg?fit=640%2C729&amp;ssl=1\" class=\"size-medium wp-image-1982 alignright\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-vera-Braga.jpg?resize=263%2C300&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"263\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-vera-Braga.jpg?resize=263%2C300&amp;ssl=1 263w, https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-vera-Braga.jpg?resize=768%2C875&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-vera-Braga.jpg?w=899&amp;ssl=1 899w\" sizes=\"(max-width: 263px) 100vw, 263px\" \/>Falar de felicidade \u00e9 falar da vida. \u00c9 falar do ser. Da nossa ess\u00eancia. Inicialmente, me vem \u00e0 mente uma profus\u00e3o de indaga\u00e7\u00f5es acerca do que seria a felicidade. Para que serve a felicidade? Ou melhor, o que \u00e9 a felicidade? O que \u00e9 ser um ser feliz? O que significa ter uma vida feliz? Para essa incurs\u00e3o em busca de entendimento sobre o que \u00e9 a felicidade \u00e9 necess\u00e1rio ressaltar a dificuldade em encontrar defini\u00e7\u00f5es que alcancem a sua dimens\u00e3o. O termo arqueologia, que intitula esse texto, me possibilita escavar trilhas que indiquem caminhos poss\u00edveis para a compreens\u00e3o da t\u00e3o propalada e desejada felicidade.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m estruturar a tessitura textual que dote de sentidos o que denominamos felicidade. Primeiramente, n\u00e3o existe a inten\u00e7\u00e3o de dar conta dessa demanda multifacetada e permeada por subjetividades. Ser\u00e3o necess\u00e1rias outras reflex\u00f5es pelas trilhas do ser em busca do entendimento sobre a felicidade. Nessa dire\u00e7\u00e3o, solicito a quem se disponibilizar a seguir comigo nessa caminhada, que reflita, tamb\u00e9m, e estabele\u00e7a suas conex\u00f5es sobre o que \u00e9 felicidade. Assim, talvez de forma conjunta teremos mais assertividades nesse entendimento. Fico pensando sobre as nossas incertezas e constantes mudan\u00e7as. Pensamos, sentimos e agimos de formas diferentes. A felicidade, certamente, deve ser concebida de modo diferente para todas as pessoas. Exige um n\u00edvel de conhecimento sobre si mesmo, bem como, estar conectado com o que est\u00e1 dentro de n\u00f3s e no nosso entorno.<\/p>\n<p>Muitas inquieta\u00e7\u00f5es chegam, de soslaio, ao adentrarmos nesse universo do que se convencionou chamar de felicidade. Surgem as quest\u00f5es do tipo quem somos n\u00f3s e como vivenciamos esse sentimento de felicidade. Recorro \u00e0 fil\u00f3sofa Hannah Arendt, com sua obra \u201cA Condi\u00e7\u00e3o Humana\u201d (2019, p.10), quando sabiamente nos ensina que a \u201cpluralidade \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o humana, porque somos todos iguais, isto \u00e9, humanos, de um modo tal que ningu\u00e9m jamais \u00e9 igual a qualquer outro que viveu, vive ou viver\u00e1\u201d. Ancorada nessa premissa, relaciono a ideia de que a felicidade \u00e9 plural. A pluralidade \u00e9 sua caracter\u00edstica mais latente, assim como \u00e9 de todo ser humano.<\/p>\n<p>Nessa sequ\u00eancia, Arendt (2019, p. 11-12) assevera que os seres humanos s\u00e3o seres condicionados, porque tudo aquilo com o que eles entram em contato passa a ser uma condi\u00e7\u00e3o de sua exist\u00eancia. Afirma a pensadora: \u201cO que quer que toque a vida humana ou mantenha uma duradoura rela\u00e7\u00e3o com ela assume imediatamente o car\u00e1ter de condi\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia humana\u201d. Por isso, quando tocamos algu\u00e9m, tocamos, tamb\u00e9m, o mundo com o nosso jeito de ser. Somos impress\u00f5es digitais emocionais, afetivas, culturais que alcan\u00e7am o mundo com nossas a\u00e7\u00f5es. Reflexos de n\u00f3s aspergem pelo mundo. Do nosso sentir, do nosso pensar e do nosso agir. Assim, a felicidade, esse sentimento que fascina, \u00e9 sedutor, desejado e perseguido por n\u00f3s. A experi\u00eancia pessoal de felicidade precisa buscar a ess\u00eancia do ser na sua integralidade, a fim de que possa compreend\u00ea-la, vivenci\u00e1-la e estabelecer rela\u00e7\u00f5es com o mundo.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><em><strong>Ao nos aventurarmos pelos meandros das atratividades capitalistas, n\u00e3o temos a garantia da sonhada felicidade. Na medida em que nos endividamos e aumentamos o consumo de maneira desenfreada, tornamo-nos acumuladores de coisas numa sociedade em permanente estado l\u00edquido, em que tudo \u00e9 ef\u00eamero, fugaz, passageiro em demasia, at\u00e9 nas rela\u00e7\u00f5es afetivas, conforme lembram os estudos de Zygmunt Bauman. Guardar, juntar, acumular n\u00e3o preenche e nem d\u00e1 conta das necessidades afetivas e nem de sentimentos de felicidades. A felicidade est\u00e1 em n\u00f3s, e n\u00e3o em coisas. Ela precisa ser estimulada, desenvolvida e passa pela nossa forma de ser e estar no mundo. A felicidade \u00e9 um compromisso conosco e com as rela\u00e7\u00f5es que estabelecemos com as outras pessoas e com a vida. A autorresponsabilidade e a responsabilidade social v\u00e3o mostrar que o sentimento de felicidade interfere no coletivo. A forma como reagimos diante de nossas emo\u00e7\u00f5es afeta a n\u00f3s mesmos, as pessoas com as quais nos relacionamos e ao nosso entorno.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Observamos, por exemplo, que n\u00e3o nos tornamos mais felizes em alcan\u00e7ar o \u201csucesso\u201d por meio da competitividade exacerbada, numa sociedade hierarquizada, desigual, excludente e injusta. As nossas necessidades n\u00e3o s\u00e3o quantitativas. Adoecemos, nos frustramos, nos entristecemos, nos fragmentamos e nos afastamos de nossos pares e o sonho de ser feliz se torna um projeto <em>a posteriori<\/em>. O imperativo da felicidade imposto pela sociedade de consumo determina que ser feliz \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o humana para chegar ao topo. E ao chegar nesse lugar, voc\u00ea olha para tr\u00e1s e observa que houve muitas perdas, entre elas, a perda de voc\u00ea mesmo. Perdeu-se o <em>time<\/em> da vida, perderam-se amores, amizades, afetividades; perdeu-se a sa\u00fade, o sentido da vida. E, qui\u00e7\u00e1, o que ficou foram alguns vislumbres embotados da t\u00e3o sonhada e esperada felicidade imbu\u00eddos da ilus\u00e3o do \u201cter\u201d para \u201cser feliz\u201d. \u00c9 preciso ter responsabilidades com o consumo, com essa voracidade emocional. Isso indica que o ser humano precisa se reconectar com a sua ess\u00eancia, como medida cautelar e necess\u00e1ria para o encontro com a felicidade. As nossas necessidades s\u00e3o de cunho afetivo. Necessidades de amizades, de amorosidades, de introspe\u00e7\u00e3o. Precisamos de processos educativos que nos ensinem a amar, pois, certamente, esse caminho nos conduzir\u00e1 \u00e0 felicidade e ao encontro do ser.<\/p>\n<p>Nessa busca de entendimento do ser, vou me inspirar no fil\u00f3sofo alem\u00e3o Martin Heidegger (2005, p. 17), em sua obra \u201cCartas sobre o Humanismo\u201d, em que ele afirma que o ser humano precisa ser reconduzido a sua ess\u00eancia para reencontrar-se como homem na sua humanidade. Humanismo, para Heidegger, \u00e9 \u201cmeditar e cuidar para que o homem seja humano e n\u00e3o desumano, inumano, isto \u00e9, situado fora de sua ess\u00eancia\u201d. Assim, o ser humano precisa ser repatriado, reconduzido \u00e0 sua morada, \u00e0s suas ra\u00edzes, isto \u00e9, \u00e0 sua ess\u00eancia. Nessa reaproxima\u00e7\u00e3o do ser humano com sua ess\u00eancia, \u00e9 poss\u00edvel que se debruce sobre a felicidade.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><em><strong>Friedrich Nietzsche (2011, p.8), outro filosofo alem\u00e3o, vai dizer, na obra \u201cNietzsche para estressados\u201d, que \u201co destino dos seres humanos \u00e9 feito de momentos felizes e n\u00e3o de \u00e9pocas felizes\u201d. Diz, ainda, que a felicidade \u00e9 fr\u00e1gil e vol\u00favel, pois s\u00f3 podemos senti-la em alguns momentos. A felicidade, para esse autor, \u00e9 como lampejos que nos auxiliam a seguir no enigm\u00e1tico caminho da vida. Na obra \u201cO pensamento vivo de Nietzsche\u201d (1985, p.89), o fil\u00f3sofo diz, ainda, que \u201cningu\u00e9m pode construir em teu lugar as pontes que precisar\u00e1s passar, para atravessar o rio da vida, ningu\u00e9m exceto tu, s\u00f3 tu\u201d. Da\u00ed, a felicidade certamente \u00e9 uma tarefa do ser humano na busca por bem-estar, satisfa\u00e7\u00e3o, harmonia, paz, estabilidade emocional, tarefa essa que estabelece a qualidade de sua rela\u00e7\u00e3o consigo mesmo, com as outras pessoas, com a vida, com a natureza e com o mundo.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O encontro assertivo com a felicidade possibilitar\u00e1 que nos sintamos harm\u00f4nicos, est\u00e1veis, motivados, por\u00e9m, precisa-se de alguns ajustes para que o sentimento feliz entre em sinergia conosco. Com isso, surgem quest\u00f5es como: Voc\u00ea se sente feliz? Em qual rela\u00e7\u00e3o temporal isso se efetiva? S\u00e3o perguntas dessa natureza que eu tamb\u00e9m me questiono, porque somos naturalmente transit\u00f3rios, mudamos toda manh\u00e3 quando acordamos, durante e quando finalizamos o dia. Temos diversas cren\u00e7as, gostos, sentimentos, desejos, aspira\u00e7\u00f5es, modo de ser e enxergar a vida de formas diferentes e precisamos estar muito atentos sobre a inser\u00e7\u00e3o da felicidade em nossas vidas. Assim, espera-se que ela deixe de ser uma busca incessante, uma meta inating\u00edvel, e se torne a veste que cobre a nossa ess\u00eancia, que nos humaniza, que nos reconecta com o nosso ser, como t\u00e3o bem define Heidegger. E, tamb\u00e9m, nos integra com os outros seres, que nos ligam \u00e0 natureza, ao nosso compromisso com a sociedade, com a inclus\u00e3o social, com a \u00e9tica da alteridade, com o respeito aos outros seres, que nos permite sermos compassivos, generosos, amorosos, sens\u00edveis e solid\u00e1rios com as nossas dores, com as dores das outras pessoas, e com as dores do mundo.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><em><strong>Consideremos em n\u00f3s a ess\u00eancia do s\u00e2ndalo que perfuma o machado que o fere.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ao longo dos diversos s\u00e9culos, das nossas trajet\u00f3rias humanas, se buscou definir o que seria a felicidade, condi\u00e7\u00e3o importante para a compreens\u00e3o do nosso sentimento de felicidade, mas n\u00e3o se chegou a nada conclusivo. Mas, pensando melhor, as defini\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o o ponto, mas, sim, o que sentimos e como agimos diante do nosso sentir. Essa talvez seja uma das possibilidades para entendermos o que venha a ser felicidade e o que podemos fazer para nos sentirmos felizes. Desacelerar, n\u00e3o atropelar, n\u00e3o agir no automatismo, na impulsividade. O que quero dizer \u00e9 que vivamos o momento presente; pratiquemos a aten\u00e7\u00e3o plena. Consideremos em n\u00f3s a ess\u00eancia do s\u00e2ndalo que perfuma o machado que o fere. Observemo-nos melhor, enxerguemos ao outro e ao nosso entorno. Apreciemos a vida. Aprendamos a nos ouvir. Escutemos o outro. Procuremos nos compreender e compreender o outro.\u00a0 Sejamos seres humanos transformadores e respons\u00e1veis tamb\u00e9m, com o outro e com a sociedade. Busquemos a unidade.\u00a0 Vamos nos recolher um pouco, silenciar, perceber a si pr\u00f3prio e o outro e admitir o quanto a vida humana com todas as suas possibilidades e desafios \u00e9 uma preciosidade. Nesse sentido, pode-se afirmar que isso \u00e9 um ato de amor incondicional, uma plenitude. Sejamos felizes, n\u00e3o vamos esperar alcan\u00e7ar metas para sermos felizes. Escolhamos ser felizes agora, com todas as adversidades que a vida nos imp\u00f5e.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><strong><em>&#8220;Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores\u201d.<\/em> <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Cora Coralina<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Com a poesia de Cora Coralina eu vislumbro um arco-\u00edris de felicidade quando ela declama: \u201cEu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores\u201d. Eis uma grande sa\u00edda e encontro com a felicidade. Ser feliz \u00e9, sobretudo, ser capaz de seguir sua caminhada com serenidade, esperan\u00e7a, f\u00e9, alegria, mesmo enfrentando o sofrimento humano, encarando as dificuldades da vida. \u00c9 chorar, limpar as l\u00e1grimas, aprender a sorrir, praticar a alegria, a gratid\u00e3o, seguir com f\u00e9, como diz o m\u00fasico e poeta Gilberto Gil: \u201cAndar com f\u00e9 eu vou\/Que a f\u00e9 n\u00e3o costuma fai\u00e1\u201d. Cantarolando, chorando, sorrindo, amando, retirando as pedras do caminho e dizendo: eu sou feliz, porque voc\u00ea tamb\u00e9m \u00e9; e, n\u00f3s somos felizes, porque assim eu escolhi, porque n\u00f3s escolhemos.<\/p>\n<p><em><strong>*Vera L\u00facia Braga de Moura<\/strong> \u00e9 professora e doutora em Hist\u00f3ria.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Imagem destaque: Web<\/em><\/p>\n<p><em><strong>NOTA DO EDITOR<\/strong>: Cr\u00f4nica publicada pela primeira vez em 30.07.2025<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vera L\u00facia Braga de Moura* Falar de felicidade \u00e9 falar da vida. \u00c9 falar do ser. Da nossa ess\u00eancia. Inicialmente, me vem \u00e0 mente uma<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":19937,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"wpmdr_menu":0,"wpmdr_menu_extended":{"individualPostRemove":1,"individualPostRemoveDate":1,"individualPostRemoveAuthor":1,"individualPostYoastRemovePublished":1,"individualPostYoastRemoveModified":1},"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-19935","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cronicas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":2236,"url":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=2236","url_meta":{"origin":19935,"position":0},"title":"Arqueologia da felicidade","author":"","date":false,"format":false,"excerpt":"\u00a0Vera L\u00facia Braga de Moura* \u00a0Em 30.07.2020 Falar de felicidade \u00e9 falar da vida. \u00c9 falar do ser. Da nossa ess\u00eancia. Inicialmente, me vem \u00e0 mente uma profus\u00e3o de indaga\u00e7\u00f5es acerca do que seria a felicidade. Para que serve a felicidade? Ou melhor, o que \u00e9 a felicidade? O que\u2026","rel":"","context":"In &quot;Artigo&quot;","block_context":{"text":"Artigo","link":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?cat=41"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-vera-Braga-263x300.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":1447,"url":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=1447","url_meta":{"origin":19935,"position":1},"title":"Apar\u00eancias de felicidades e felicidades sem apar\u00eancias","author":"","date":false,"format":false,"excerpt":"Nelino Azevedo de Mendon\u00e7a* Em 08.07.2020 Atualmente, a busca pela felicidade tem nos posicionado numa corrida em que a largada tem sido t\u00e3o injusta e desigual quanto \u00e0s possibilidades de chegada. Essa corrida maluca para ser feliz gera distor\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas na busca como tamb\u00e9m no pr\u00f3prio sentido de felicidade\u2026","rel":"","context":"In &quot;Artigo&quot;","block_context":{"text":"Artigo","link":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?cat=41"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/PHOTO-2020-06-07-22-00-57-NELINO-2-300x300.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":6610,"url":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=6610","url_meta":{"origin":19935,"position":2},"title":"O que \u00e9 a felicidade?","author":"","date":false,"format":false,"excerpt":"Mirtes Cordeiro* Em 01.02.2021 Em tempos t\u00e3o dif\u00edceis \u00e9 bom falar de felicidade, um sentimento que nos fortalece e que de certa forma nos acompanha na vida, o tempo inteiro. \u00c9 comum se escutar com frequ\u00eancia os desejos de muitas felicidades a quem est\u00e1 aniversariando, felicidades para quem est\u00e1 casando\u2026","rel":"","context":"In &quot;Artigo&quot;","block_context":{"text":"Artigo","link":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?cat=41"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-Mirtes-Cordeiro-PHOTO-2020-07-19-15-42-21.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":18209,"url":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=18209","url_meta":{"origin":19935,"position":3},"title":"H\u00c1 5 ANOS &#8211; Apar\u00eancias de felicidades e felicidades sem apar\u00eancias","author":"","date":false,"format":false,"excerpt":"Nelino Azevedo de Mendon\u00e7a* Atualmente, a busca pela felicidade tem nos posicionado numa corrida em que a largada tem sido t\u00e3o injusta e desigual quanto \u00e0s possibilidades de chegada. Essa corrida maluca para ser feliz gera distor\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas na busca como tamb\u00e9m no pr\u00f3prio sentido de felicidade e isso\u2026","rel":"","context":"In &quot;Artigo&quot;","block_context":{"text":"Artigo","link":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?cat=41"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/PHOTO-2020-06-07-22-00-57-NELINO-2-300x300.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":7090,"url":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=7090","url_meta":{"origin":19935,"position":4},"title":"Felicidade n\u00e3o se compra, mas a infelicidade custa caro","author":"","date":false,"format":false,"excerpt":"Ayrton Maciel* Em 01.03.2021 Felicidade \u00e9 uma mistura de v\u00e1rios fatores. \u00c0s vezes, a pessoa possui uns e faltam outros. \u00c0s vezes, conquista outros, e n\u00e3o tem a todos. Mas, para ser feliz \u00e9 preciso ter todos os fatores de felicidade? O senso comum entende a felicidade como um estado\u2026","rel":"","context":"In &quot;Artigo&quot;","block_context":{"text":"Artigo","link":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?cat=41"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i1.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Ayrton-Maciel-PHOTO-2020-06-06-17-22-13.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":1972,"url":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?p=1972","url_meta":{"origin":19935,"position":5},"title":"Mercadores de felicidades: um neg\u00f3cio lucrativo","author":"","date":false,"format":false,"excerpt":"Nelino Azevedo de Mendon\u00e7a* Em 22.07.2020 Existe um p\u00fablico carente de demandas vinculadas \u00e0s suas necessidades, desejos e procura de si mesmo, buscando ensinamentos e orienta\u00e7\u00f5es espirituais e emocionais e isso acontece em todas as \u00e1reas da vida. Para essas orienta\u00e7\u00f5es e ensinamentos h\u00e1 um card\u00e1pio intermin\u00e1vel de t\u00e9cnicas, exerc\u00edcios\u2026","rel":"","context":"In &quot;Artigo&quot;","block_context":{"text":"Artigo","link":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/?cat=41"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/PHOTO-2020-06-07-22-00-57-NELINO-2-300x300.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pc5CCw-5bx","jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/falouedisse.blog.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/foto-arqueologia-da-felicidade-Actitud-positiva-768x501-1.jpeg?fit=768%2C501&ssl=1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19935","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=19935"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19935\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19939,"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19935\/revisions\/19939"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/19937"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=19935"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=19935"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/falouedisse.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=19935"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}