Relator avalia formas contemporâneas de escravidão no Brasil
ONU News
Em 18.08.2025
Contatos com representantes de vários setores sociais acontecem entre 18 e 19 de agosto; exemplos de boas práticas, desafios e recomendações para implementação pelo governo brasileiro.
A visita servirá para identificar as boas práticas e os desafios atuais do país, além de fazer recomendações para que sejam implementadas pelo Governo do Brasil.
Formas contemporâneas de escravidão
Um dos principais focos da viagem é o contato com pessoas ou grupos que enfrentam alto risco de exploração em formas contemporâneas de escravidão, incluindo migrantes, requerentes de asilo, indígenas, membros de minorias linguísticas, religiosas ou étnicas e trabalhadores em áreas de alto risco ou rurais.

De acordo com o Escritório de Direitos Humanos da ONU, Obokata também examinará casos de trabalho infantil, casamento precoce ou forçado.
O especialista se reunirá com autoridades governamentais, representantes da sociedade civil, instituições de direitos humanos e pessoas que lidam com direitos em populações afetadas.
Os contatos envolverão ainda especialistas acadêmicos, sindicatos e outras organizações de trabalhadores, empresas privadas, representantes das Nações Unidas e outros atores.
*Os relatores de direitos humanos são independentes da ONU e não recebem salário pelo seu trabalho.
Imagem destaque: Tomoya Obokata – Especialista Tomoya Obokata também examinará casos de trabalho infantil, casamento precoce ou forçado
